Conversa da treta

by M&M Freestyle


   



Site Meter

Adicionar aos Favoritos!


Links da treta

Elektra




ContactaMMos!

If you want to be updated on this weblog Enter your email here:



10.22.2004
Contra-Banda

Era mais uma daquelas noites calmas antes do recomeço das aulas, em que eu estava sem fazer nenhum, á beira da minha lareira! De repente oiço o meu telemóvel tocar, mas não me apeteceu levantar, e passado algum tempo ele calou-se. Alguns segundos depois toca o telefone de casa e apesar da preguiça algo me disse que podia ser recompensado por esticar o braço e levantar o auscultador do descanso.
“Tou” – disse eu!
“Oi Miguel....” **barulho de derrapagem** - era o Ricardo…
“Tas em casa?” - perguntou ele.
“Não… telefonaste pró meu telemóvel! DHUU!!!”
Acho que devido ao seu breve silencio e á minha resposta, ele caiu no ridículo da sua pergunta.
“oh xuxxxaa!!!” – ouvia-se o Pedro a gritar, provavelmente a meter-se com alguma gaja na rua!
“Manel! Olha o BMW!” gritou o Rui!
“Mas qual BMW?” –disse o Manel na sua calma absoluta… **derrapagem**
“Estamos em tua casa dentro de 20 min, vamos pró kachaça!”
**bip**bip**bip** a chamada foi abaixo... ou será que o Manel foi dar as boas noites mais de perto à dona do BMW??

Mas passados 20 min lá estavam eles a buzinar feitos loucos em frente ao meu prédio e a cabra da minha vizinha a chamar-lhes nomes á janela.
Chegamos lá, em relativamente pouco tempo depois de andarmos as voltas nas rotundas e caminhos da outra banda encontrámos um lugar para estacionar o carro entre uma arvore e um BMW M5, claro que o comentário de todo o grupo foi “Se o dono daquilo tiver uma mulher tão boa como o carro, esperemos que ela esteja no cachaça!” dirigimo-nos à entrada e metemo-nos lá dentro…
O som estava ao rubro, começamos a curti-lo perto dum grupo de seis raparigas delas extraordinariamente bem parecidas! Elas aparentavam estar a gostar da nossa companhia e foram-se aproximando cada vez mais, e quando já estávamos a dançar alegremente com elas aparece uma amiga minha e abraça-se ao meu pescoço como uma criança a um urso de peluche ou um cão a uma cadela assim por trás a dar a dar…! Enquanto ela me dava um apertado e saudoso abraço, interrompendo a corte que estávamos a elaborar nas meninas…elas acabaram por se ir embora todas ofendidas! Oh que grande empata fodas que esta me tinha saído!
Depois de me cumprimentar e ao resto do grupo, voltou para perto do namorado e das amigas...com um ar vitorioso de engate estragado e nós com olhares fulminantes e frustrados..

Resolvemos ir humedecer a flora intestinal, e dirigimo-nos ao bar mais próximo, ao ar livre, para desanuviar a pressão. Combinamos entre nós de nos encontrarmos no bar em que estávamos no final da noite. Eu e o Ricardo ficamos por ali a mamar mais umas bebidas e o Pedro o Manel e o Rui foram para o meio da pista todos juntos..
Após algum tempo e sem nada termos avistado digno de referencia especial, continuamos encostados ao balcão do bar e finalmente lá no meio da massa humana que se roçava na pista conseguimos ver o Pedro a comer uma ruiva com um peito enorme, o Rui a “sondar” o estômago de uma morena com um vestido que deixava ver quase tudo aquilo com que foi abençoada quando veio ao mundo, e o Manel com a mão no cu fenomenal de uma loira! Foda-se que puta de sorte, devia ter ido com eles e estar ali naquela “loja” da united colors of beneton!

Entretanto apareceram 2 raparigas ao nosso lado no bar, que em nada tinham a haver com aquele tipo de ambiente.. eram raparigas do género de Ben Harper, Bob Marley... etc (mais tarde confessaram-nos que estavam ali numa festa de anos) Mas por ali ficaram e nos (eu e o Ricardo) metemos conversa”(ou elas é que meteram conversa connosco mas como sou machista exponho as coisas desta maneira :P)

Uma delas era estupidamente bonita , ao ponto de eu ficar a chupar na palha da minha bebida durante 5 min, e só depois reparar que o copo já estava vazio... e eu sem saber o que dizer.
”Olá!” disse ela. Antes que eu tirasse a palha da boca.. continuou: “o que é que estavas a beber?! Quero 2 por favor!” - disse ela ao barman que ficou a olhar para mim a tentar lembrar-se do que me tinha servido... “Safari-cola” – disse eu. Enquanto o barman tratava das bebidas, a língua foi-se soltando e aquela menina, que dava plo nome de Teresa morava na rua das janelas verdes em Alcântara, era frequentadora do bairro alto, e adepta da comidinha verde. Estava a estudar na FCUL e estava a acabar o curso, tinha o cabelo escuro encaracolado, um sorriso largo e tinha tudo no sitio e com as dimensões recomendadas pela união europeia. A conversa estava agradável, e quando ela me disse que a aniversariante estava na pista a comer um gajo, apontando na direcção onde estavam o Pedro, o Manel e o Rui, não pude deixar de soltar um sorriso maquiavélico, explicou-me que era a loira a bebe e que ela as tinha deixado penduradas e tinham vindo refrescar-se ao bar por isso mesmo. “Obrigado a eles então por nos proporcionarem o momento então!” - disse eu, ela corou e eu também. Ao nosso lado o Ricardo tinha desaparecido, “a Sofia?” – disse ela – “viste-a?”, “Não, mas o Ricardo também desapareceu… por momento olhamos um para o outro directamente nos olhos e soltamos uma gargalhada…ela mexia comigo, as bebidas sucederam-se e quando demos por nós já estávamos no quinto copo… o nossos corpos estavam demasiado próximos e a força que estava a fazer para não a beijar era cada vez maior, algo nela me atraia, tinha uma aura, uma presença incrível.. cada vez que metia o copo a boca, imaginava-me a beija-la e o meu mastro não parava sossegado nas minhas calças.. “mais um penalty?” perguntou ela…”o ultimo a beber paga…” respondi-lhe, pegamos nos copos e bota abaixo, ela parecia uma esponja… acabamos a bebida ao mesmo tempo… “Ganhei”- disse ela, “mas va... não fiques triste e dou-te um prémio de consolação…” – quando acabou esta frase já não havia espaço a separar os lábios dela dos meus, foi inesperado mas bem recebido, abraçamo-nos e ela agarrou-me na mão, puxou-me na direcção da casa de banho feminina…
Resisti quando ela, atravessou a porta, não ia entrar na casa de banho das mulheres assim sem mais nem menos.. não era das coisas mais ortodoxas que o tico e o teco já tinham discutido no meu tecido cerebral, e depois só de me passar pela cabeça a quantidade de coisas que as mulheres fazem numa casa de banho, atirei-lhe a pergunta “não é melhor veres se está alguém primeiro?” ela acenou a cabeça e não foi preciso mais que uns segundos lá dentro para ela sair da casa de banho em passo de corrida e a rir que nem uma doida possuída pelos bichinhos da selva. “Então?” - perguntei impaciente, “adivinha quem é que está ali dentro?” – respondeu-me entre duas gargalhadas. Naquele momento admirei-lhe o sorriso, era sensual e o meu sexómetro estava a acusar positivo. Retorci os olhos e tendo em conta que todos os outros estavam na pista, imaginei o Ricardo encavalitado numa cabine com a Sofia a tentarem fazer algo de jeito, o que é dificil tendo em conta o tamanho das ditas cabines…

A Teresa não perdeu tempo, “Vamos sair daqui!” - disse decidida – “Para onde eu não tou com o carro…” – respondi angustiado – “Quem é que falou no teu carro?” – rematou a Teresa.
Saímos na mesma direcção onde tínhamos deixado o jipe do Manel, e ao caminharmos rua abaixo arrastado pelo braço tive um breve momento de liberdade, que serviu para ela sacar a chave do bólide da BMW. Quando ela pressiona o belo do butão para abrir as portas é que me caiem as bolsas espermáticas no chão, quatro piscas, piscaram diante dos meus olhos e que belos quatro piscas… tinha achado a orgulhosa condutora do carro estacionado ao lado do jipe do Manel, um BMW M5, linhas tão belas como as da dona.. o resto, só visto mesmo… estava em estado de choque… e a naturalidade dela estava a deixar-me meio nervoso… a próxima coisa a sair-me da boca só podia ser plena de estupidez, “É teu?” – gaguejei eu – Ela esboçou aquele sorriso sexy de que é dona e disse-me que o padrasto era dono duma sucursal da BMW em Portugal – “Não me arranjas um?” – pedinchei – “Nem este é do meu Padrasto, é da empresa, mas patrão é patrão…” – respondeu orgulhosa, e com razões para estar orgulhosa… Já era um privilégio ir no lugar do morto, nem ousei pedir para dar uma voltinha… Aquilo sim, era conforto. Chave na ignição, cintos de segurança apertados e emoção ao rubro da minha parte pelo menos, um carro daqueles, uma mulher daquelas, sem pedais e volante a minha frente podia ser experiência de vida ou morte..(isto sou eu a criar um falso suspense porque para estar aqui a escrever… sobrevivi, não quer dizer que não tenha ficado encarcerado e com uma perna amputada…ou assim…).

Assim que ela ligou o motor, a bestinha começou a roncar, arrancamos dali em direcção ao sitio “perfeito” para nós, segundo a Teresa, seguimos por estradas e ruas e afins até que ela virou para uma estrada secundaria e fomos parar a uma clareira, via-se o mar, e não havia iluminação, a lua estava bonita e o carro estava agora silencioso e imóvel, ouvia-se a agua e as nossas respirações. Ela fez uma condução à escola de condução, eu só esperei que aparecesse uma auto-estrada para ver aquilo a andar mas não tive sorte. Ela tirou a chave da ignição e encostou o banco dela todo para trás e eu n fazia a mínima ideia de como fazer isso… “abre as pernas”- disse ela. Fiquei excitado e cumpri a ordem enquanto o meu mastro se erguia, ela não deve ter reparado, alcançou a alavanca e puxou o meu banco para trás, espaço não faltava… ao contrario de coisas para dizer, sentada nas minhas pernas a Teresa envolveu-me nos braços dela e recostou-se peito com peito comigo, abracei-a também e senti a sua língua a bailar no meu pescoço… queria beija-la ela segurou-me a cara com as mãos…ok, entrei no jogo… senti a língua dela descrever círculos no meu pescoço, e deixei-a mordiscar-me a orelha, estava a sentir a chama aumentar dentro de mim, e ela continuava a fazer jogos comigo… beijou toda a minha face e tapou-me a boca com dois dedos, cada vez k eu abria a boca ela afastava-se… era difícil ficar impávido e sereno. O calor aumentava e a vontade também, ela estava a divertir-se com aquilo, agarrou-me nas mãos e entregou-me o peito, os mamilos dela sentiam-se mas estavam escondidos, queria lambe-los, aquelas mamas redondas e macias encaixavam na minha mão como uma luva, um aconchego para cima e outro para baixo, beijou-me o nariz, e deixou só um dedo na minha boca, lambeu os meus lábios dum lado e depois do outro, passando por cima do dedo dela… ela tinha os mamilos cada vez mais tesos e pôs-me o dedo dentro da boca, assim que eu a abri, deu-me um beijo que soube como um copo de agua depois de um dia no deserto, ela puxou-me pelo cabelo e as nossas bocas não se separaram até eu dar pelo carro estar embaciado, tinha um pau apertadinho nas calças, uma mulher linda em cima de mim e umas tetas excitadas nas mãos, ela beijava extremamente bem e eu n resisti, desapertei-lhe o soutien e tirei-lhe o top, a língua dela estava aos encontrões com a minha, até que desloquei a minha em direcção ao seu peito e contornei-lhe os mamilos, suavemente até os sentir rijos que nem pedras, ela gemeu ao de leve e virou-me costas, despiu o resto da roupa que tinha no corpo e arrancou-me a minha também, estava agora de joelhos e eu sentado no banco do pendura… escusado será dizer que ela pôs a boca na manete das mudanças e eu meti uma abaixo em termos de tesão, a coisa tava quente e as sucessivas sucções no meu hirto membro, provocavam em mim um prazer, que estava morto por retribuir… ela sabia como se fazia aquilo, se houvesse uma espécie de Óscares para o sexo, ela ganhava na categoria do broche, mas aos pontos!
Estava agora mortinho por umas cabeçadas naquele buraquito, alcancei-a e nem tive de a puxar ela parecia já me ter todo estudado, invertemos posições, ela estava agora sentada na beira do assento do carro e eu apontei ao alvo, pus-lhe os braços nos meus ombros e penetrei-a ao ritmo que ela quis, e trocamos beijos, à medida que o ritmo aumentava e as nossas respirações ofegantes eram substituídas por cada vez mais frequentes e audíveis gemidos e quando estava prestes a atingir o êxtase, ela empurrou-me e levantou-se, sentei-me e ela fez o mesmo em cima de mim, encaixei que nem uma chave numa fechadura.. e ela parecia querer mais… começou num ritmo lento e massajei-lhe o peito, conforme ela acelerava, mais força fazia para não me vir, mas ela parecia estar já no redline e desisti de adiar o inevitável, agarrei-a pela cintura e ao ritmo dela juntei o meu numa quarta a fundo, perdemos os controlo do veiculo e entramos em pião, os airbags dispararam, batemos no raid e soltámos intensos gemidos de prazer… por momentos pensámos que tínhamos morrido e ido para o céu, falo por mim pelo menos… ela agarrou-se a mim e beijamo-nos… podíamos bem passar ali a noite mas… do nada o interior do carro ganhou um tom azulado.

Abri os olhos e não queria acreditar que tinha parado ali ao nosso lado o belo do veiculo policial. A Teresa soltou um subtil “Fodasse, filho da puta!!”, “Quem?? Eu? Eu não fiz nada!” – disse eu atrapalhado, ao que ela respondeu objectiva, “Não és tu fofo, veste é a merda das calças depressa!”. Vestimo-nos como pudemos ao som de um agradável, “Ocupantes do BWM abandonem o veiculo com as mãos onde as vejamos imediatamente”, o ambiente estava pesado… meio-vestidos era o termo mais acertado para definir no nosso estado, olhamos um para o outro, “tem calma” disse ela, não ajudou muito, e saímos do carro. “Mãos no tejadilho do veiculo” – ordenou a delicada voz policial, e cumprimos. Três bófias aproximaram-se, nós com o foco que tínhamos apontado a nós, não conseguíamos ver nada, “Estão detidos por suspeita de roubo automóvel”- proferiu um agente. Olhei para a Teresa a espera que ela mostrasse o titulo de registo de propriedade em como o carro era dela… “Eu não roubei o carro! Só o trouxe emprestado… é do meu padrasto.” – disse atrapalhada – “fodasse mas o cabrão fez queixa? Fogo era só para dar uma voltinha! Tabém que podia ter pedido mas ele ia dizer k não…”, o agente encarregado limitou-se a dizer “a menina não diga nada porque o que disser pode e será usado contra si em tribunal, metam-se os dois no carro e usufruam do vosso direito a fechar a boquinha…” e fomos parar à esquadra.

“Os senhores foram apanhados, literalmente com as calças em baixo, em pleno delito, pendem sobre vós as acusações de roubo qualificado e atentado ao pudor publico, o que é que têm a dizer em vossa defesa?” – disse o Sargento a que fomos presentes. “Mas o carro é do meu padrasto, eu só o levei emprestado!” – disse a Teresa enquanto eu assistia confuso à situação. As algemas estavam geladas. “Infelizmente para vocês, não temos como provar isso não é verdade?- disse o Sargento! Terão de passar a noite no calabouço, e só amanha de manha será contactado o dono do carro.” – disse o Sargento.

Epah, basicamente é melhor terem cuidado com quem fodem ou acabam assim como eu.. fudido da vida! Garanto-vos que não é nada agradável passar uma noite na bofia... mas pensando bem... m5, Teresa.. noite em grande.. hehehehh FOI BRUTAL!!!

Posto à vista de toda a gente às 16:41 P'lo MMFreestyle
Make a comment << Comentar Sff!

3.24.2004
A surpresa

Novamente e infelizmente peço desculpa por esta longa demora! Entre fodas e punhetas tive férias e o recomeço da universidade. Estas férias foram bastante boas/produtivas contudo, como pedido de desculpa vou contar a história pela qual tanto esperavam.

Pouco passava da uma da tarde, estava a desesperar numa aula de álgebra linear. Saía ás 2, e só conseguia pensar em vaza-los. Recebi uma mensagem, era uma amiga de longa data, a Vânia, a confirmar o almoço no Vasco da Gama que tínhamos combinado no dia anterior. Quando saí da aula fui ter ela, a minha esperança de ser aquele o tal dia aumentou.
Contudo quando lá cheguei a Vânia não estava sozinha, pelo contrario estava bem acompanhada por uma presença feminina, mas quando me aproximei percebi que a cara da segunda rapariga não me era nada estranha, e pela expressão dela, também me reconheceu!

Era a Raquel, a Bitch que me tinha ficado com o casaco.... se não sabem quem é leiam primeiro a historia Ritual Tejo antes de continuarem...........
A Vânia apresentou-me á Raquel, desconhecendo em total o que se passara entre nós e tanto eu como a Raquel actuamos como se não nos conhecêssemos!
O almoço foi agradável, pois enquanto eu comia, a Raquel comia-me com os olhos, e eu a ela claro! A Vânia apercebeu-se, e disse que tinha de ir á casa de banho, ainda que completamente alheia ao passado. Assim que ficamos sozinhos o dialogo começou:
- O meu casaco? – Perguntei-lhe.
- E a minha camisola? – Perguntou ela.
Sorri... apercebendo-me que ela tal como eu tínhamos as “recordações” bem guardadas; e perguntei:
- Quando posso reavê-lo?
- Vais ter de fazer por isso - respondeu ela.
- Como se nem sequer sei como te contactar.....?
Entretanto a Vânia chega e ambos nos calamos!
Fodasse! Será desta que vou reaver o meu casaco?
Quando íamos a sair, despedimo-nos com 2 beijos na face, e senti a mão da Raquel a apalpar-me o cu... Bitch... já me estava a provocar...
Mais tarde quando vou a entrar no carro sinto algo no bolso em que a Raquel colocou a mão, era um guardanapo, vou coloca-lo aqui para verem o que dizia:



Mal cheguei a casa, começou a troca de mensagens.. eu a provoca-la e ela provocava ainda mais, a conversa baixava de nível, mas subia de interesse... no final e após muito euros gastos (foder tá caro xiça!) ficamos de nos encontrar no dia seguinte á tarde, tanto eu como ela íamos faltar as aulas, mas era por uma boa causa.... 

Não foi nesse dia que consegui fazer um homicídio em massa de vários milhões de espermatozóides mas já conseguia sonhar com o dia seguinte e como consequência mal dormi...

O momento de estar com ela tinha chegado, eram 14h e estávamos á porta da minha universidade (foi o local combinado),após aquela conversa inicial do: “olá como estás?” estávamos ali estupidamente a olhar um para outro sem saber o que dizer e com uma enorme vontade de nos comermos... precisávamos urgentemente de um desbloqueador de conversa.. mas ele não surgiu, contudo ela sugeriu irmos para casa dela para falarmos mais á vontade... eu claro k não neguei sabendo de que “falar” ela estava a referir-se.
Assim que ela entrou no meu carro disse uma coisa gira: “da ultima vez que estive neste carro estava molhada!” (entraste molhada... e saíste encharcadinha... heeheeh).

Chegamos a casa dela.. era um rés do chão ali prós lados do Restelo, era menina rica... e eu já só pensava numa rica foda....
Ela abriu a porta de casa e perguntou-me se queria alguma coisa para beber. perguntei o que é que ela tinha para me servir. ela fez um sorriso matreiro (a perguntar-se se eu estava a falar ou não da bebida) e perguntou se queria vodka ou baileys.
"Vodka, baileys é para meninas!".- disse eu.

Enquanto ela foi preparar as bebidas fiquei a apreciar a sala, era espaçosa e tinha uma lareira muito acolhedora. O sofá revelava-se muito confortável mas a espera até foi curta, ela voltou com um baileys e um vodka na mão. Deu um golo no vodka e passou-me o baileys para mão. "Não teve piada", mas assim k acabei de dizer isto, ela acabava de mandar um penalty de vodka, fiquei a olhar para aquilo com cara de parvo e ela bebeu também o baileys de uma só vez. "Vais ficar a olhar feito parvo ou vais pedir-me outro vodka?" acenei com a cabeça sem conseguir abrir a boca...

A Raquel voltou com o Vodka e ligou a aparelhagem. Norah Jones, turn me on, e estava de facto a ficar excitado com a cena, a sala estava quente e a vodka ajudava. Bebi até ao fim com toda a calma do mundo e ela, como se tivesse adivinhado, pôs a cabeça à porta da sala e gesticulou-me com o indicador, para ir ter com ela, e fui.
Já não tinha as calças vestidas, mas a longa t-shirt que vestia por baixo do meu inconfundível casaco e tapava-lhe as cuequinhas. Estava a escovar o cabelo, cada escovadela que dava provocava em mim um arrepio, e a minha excitação era agora tão enorme que se notava, "Já vi que o menino acordou!" disse ela sem rodeios. A modos que me desequilibrei... fiquei atrapalhado e ela aproveitou, agarrou-me e mandou-me para cima da cama, o meu "menino" estava agora ainda mais vulnerável, ela passou uma perna por cima de mim e sentou-se nas minhas pernas (sim, as 3!) e puxou-me na sua direcção.
Seguiu-se um longo e molhado beijo, passei-lhe as mãos pelas costas entre o meu casaco e t-shirt, despi-lhe o casaco e ela atirou-se à minha t-shirt, pouco tempo depois perdeu a dela.

Passei-lhe a língua desde o pescoço até à ponta dos seios, a pele dela soube-me a mel.
Ela agarrou-me nas calças e virou-me as costas, sentou-se no meu peito e desabotoou-me as calças enquanto a minha respiração acelerava, ela parecia estar a adorar aquele jogo que fazia comigo. Tiramos os últimos bocados de roupa que nos restavam, o que nos deixou naquela mítica posição ideal para dar à língua.
E como ela dava bem à língua, a única coisa que a atrapalhava era a minha língua a vaguear pela sua zona intima, a respiração da Raquel rapidamente se tornou ofegante. Cada vez que a minha língua lhe tocava à "campainha" ouvia um excitante gemido, e quase que não me conseguia conter a cada vez que ela passava com a língua na minha extremidade. A minha vontade de vir aumentava cada vez mais mas consegui aguentar apesar de ela parecer mesmo querer que eu me viesse logo ali, ela acelerou ainda mais a velocidade com que me lambia e eu juntei um dedo às investidas da minha língua, os gemidos multiplicaram-se e as lambidelas também.

Ouvia a sua respiração ofegante quando deu um pulo para a frente, pegou-me no mastro, içou as velas e soltou as amarras enquanto navegava em cima de mim. Agarrei-lhe as tetas e dei-lhe um movimento suave e excitante, lambi-lhe as costas e o pescoço enquanto ela acelerou o ritmo com que me envolvia e eu aquecia cada vez mais, ela pôs-me as mãos nos joelhos e eu agarrei-lhe as nádegas, conseguia agora penetra-la um pouco mais e cada vez que o fazia ela soltava um grito de prazer, a reacção que isso teve em mim foi de o fazer mais vezes e mais rápido, quando dei por ela a vir-se e a arranhar-me as pernas todas, vim-me também descarregando uma enorme quantidade de espermatozoides dentro dela.

Ainda não tinha chegado, deitei-a na cama de costas viradas, ela estava cansada de tanto pular e hesitei em continuar mas “quero mais de ti dentro de mim, rápido…” ouvir algo assim tira qualquer um do sério, e resolvi fazer-lhe a vontade, penetrei-a assim mesmo, ela agarrou-se à cama como pode e eu continuei com um movimento de anca ao som dos seus gemidos plenos de êxtase. Estava perfeito, o tempo podia parar que eu era o homem mais feliz do mundo, o momento era apoteótico, mas isso só fez com que o que se passou a seguir fosse ainda mais catastrófico…
TOCARAM À PORTA!

Congelei por dentro mesmo estando parte do meu corpo num dos sítios mais quentes e húmidos à face da terra, a Raquel ignorou, e deu continuidade ao movimento que eu tinha interrompido, tal e qual como se não se tivesse passado nada… “caga na porta…” não caguei mas voltei à carga ainda com mais vigor, a cama estava toda desfeita de tanto puxar os lençóis, acelerei as penetrações ainda mais e eu jubilava com cada grito de prazer em resposta às palmadas com que agora a presenteava. Apertei-lhe a nádega contraria com firmeza, e a cada penetração ela expelia o ar com tanta força que já não se percebia se era um grito ou um gemido, ela estava para se vir e eu há muito que tinha passado o meu limite, saltei-lhe para cima que nem um coelho da páscoa até deixar milhares de ovinhos da pascoa largarem os meus cestos testiculares à velocidade do som. A mesma velocidade com que o som da campainha me entrou pelo ouvido outra vez, desta vez com o belo do telemóvel a fazer a sintonia completa… Quem quer que fosse a porta parece ter ouvido o telemóvel e começou aos berros, “RAQUEL!” ela reconheceu a voz e entrou em pânico, deu-me um beijo molhadíssimo (como de resto também ela estava…) e pediu-me desculpa por ter de parar, mas era o namorado que estava a porta! (“Houston we have a problem!”) ela estava muito atrapalhada e pediu-me para sair pela janela, atirou-me as minhas calças e a t-shirt dela que era a que estava mais à mão, ela apressou-se a abrir a agua do duche e eu sai enquanto se ouvia a campainha insistentemente a tocar e um ultimo grito da Raquel: “Tou no Banho já vouuuuuu!”.

Peguei ainda nos meus ténis e mandei-os pela janela e de seguida saltei eu... corri para o carro enquanto calçava os ténis.. assim que entrei.. sentei-me e comecei a pensar antes de dar de fuga... só me saem duques!!! A Bitch voltou a ficar-me com o casaco! E não era tudo... lá estava eu vestido com uma mini t-shit cor de rosa....

Para alem do casaco fiquei sem uma t-shirt, mas desta vez sabia o numero de telefone dela, e onde morava seria mais fácil reaver as coisas! Nessa noite e novamente através de mensagens soube que tínhamos escapado por pouco, mas o que mais me marcou foi ela dizer que aquilo que tínhamos feito não dava sequer para reaver uma meia quanto mais um casaco inteiro...Bitch.. O que é certo é que eu já tenho o meu casaco... mas se querem saber como… não percam o próximo post porque nós também não! LOL

Posto à vista de toda a gente às 23:21 P'lo MMFreestyle
Comments (4) << Comentar Sff!

1.15.2004
Cú-imbra

Tinha acabado o meu ultimo exame umas horas antes, tinha corrido dentro dos que poderíamos chamar mediano e era quarta-feira, estava eu deitado na minha cama a ver um filme no pc, quando o meu telemóvel toca:
- “Telepizza boa noite?!” – disse eu, já naquela de despachar quem quer que fosse.
- “Tou, Miguel, é o Manel!”.
- “Ah és tu doida... Fala...”.
- Vou dar uma festa na minha casa em Coimbra e estava a pensar se querias ir... Vai o pessoal do custume e vou convidar ainda umas amigas minhas, e outras gajas lá de Coimbra. A festa vai ser o fim de semana todo.
Epah aquilo foi música para os meus ouvidos.. amigas do Manel!!? São, normalmente, obras primas da mãe natureza! Não podia também perder esta oportunidade para festejar a ausência de mais exames pela frente.
- “Claro que vou!” – respondi eu sem pensar duas vezes.
- “Então vá, sexta-feira depois de almoço passa por minha casa… tchau”.
Sexta-feira depois de almoço lá estava eu. Carregamos o carro com umas grades de jolas e algumas mochilas do pessoal que ia. (Manel, Eu, o Rui, o Pedro e o João)
A viagem até Coimbra foi num ápice, pois o Manel tem o pé pesado e o seu Jipe não se compara ao meu chaço. Chegados a Coimbra, após muitas perigosas e vertiginosas ultrapassagens pela direita e razias a BMW’s e AUDI’s…(e não façam estas coisas na estrada! É perigoso e não posso ser responsável por isso! Do género, Áh mas eu só sou maluco a conduzir porque no conversa da treta o Manel também fez e correu tudo bem!) Esvaziado o Jipe, Eu e o Rui fomos comprar mais algumas garrafas de conteúdo alcoólico (vodka, absinto..).

Quando chegamos com as compras, já o Manel tinha acabado de montar todas as colunas de som e a mesa de mistura, á qual o Rui imediatamente se abarbatou, (tem a mania que é DJ…) ou seja fiquei só eu para arrumar a merda das garrafas... e improvisar um bar (tudo eu, tudo eu..) o problema deu-se quando já não havia mais mesas para pôr as bebidas, pois aquilo era só mesmo uma casa de férias. Tivemos de ir procurar umas mesas. Lá fui eu com o Pedro á casa da vizinha do lado a perguntar se ela dispensava umas mesas.. mas a vizinha do lado não se encontrava em casa..(ainda bem que assim não reclama do barulho logo a noite, pensei eu) o prédio tinha 2 andares, o apartamento do Manel era o 2º esq, descemos as escadas e fomos bater ao 1º dto para ver se conseguíamos arranjar as tais mesas, veio um senhor á porta, mas mal abriu a porta, olhou para nós e disse: “Não quero enciclopédias, obrigado”, e fechou a porta. Eu e o Pedro desatamos a rir que nem uns perdidos ali no meio do corredor, depois de nos termos controlado, o Pedro virou-se para mim e disse: “fodasse, será assim tão difícil arranjar uma mesa?”, ao que eu respondi: “calma, relaxa, ainda falta este aqui ao lado e os 2 de baixo.”. Fomos então bater á porta do 1º esq, desta vez veio à porta um rapariga, com certeza estudante pois aparentava ter a nossa idade, era bastante atraente e tinha uma camisa de dormir vestida. Assim que nós conseguimos tirar os olhos do decote, explicamos que íamos dar uma festa no andar de cima, e que estávamos a precisar de uma mesa, se ela não nos poderia ceder uma. Ela corou, por um motivo desconhecido e entretanto vieram duas raparigas ver quem era, uma estava com um robe vermelho e dava a entender que era a única peça de roupa que tinha vestida, não sei se alguém reparou mas montei a tenda logo ali a porta. A outra, estava com um fato de treino, e o que mais me saltou à vista foram os seus lábios, eram carnudos e incrivelmente sedutores, Imaginei logo como seria o seu toque a tocar a minha flauta. A primeira, agora mais segura, respondeu-nos que se quiséssemos tinha mesas para dar e vender. Aquilo era uma casa de meninas, quer dizer, não não é de meninas dessas, é de raparigas estudantes, tão a ver? Tipo residencial, mas com um factor foda muito mais inerente. Como estava a dizer, ela respondeu afirmativamente, mas colocou-nos uma condição, queriam ser convidadas para a festa. O Pedro sorriu e disse “claro!”, Eu acrescentei que “seria um prazer honrarem-nos com a vossa companhia”, o Pedro riu-se e elas coraram, indicaram-nos que mesas podíamos levar para cima e levamos ( Eu disse levamos? Aquela merda n tinha elevador!! ) as mesas para cima e passamos o resto da sexta-feira a jogar as cartas e a beber jolas, mas fomos dormir bem cedinho pois a festa só começava realmente no sábado e era para durar.

Sábado de amanha acordamos estávamos todos na sala, uns a dormir no sofá outros no chão todos torcidos do frio e eu confortavelmente dentro do saco de cama. O Rui foi o primeiro a acordar que ao espreguiçar-se bateu no Manel, que também acordou, o Manel por sua vez olhou para o João e desatou a rir, o que acabou por acordar toda agente.. o Rui reparou no mesmo que o Manel e riu-se também que nem um perdido.. Eu olhei para o João e este estava de pau feito, oh fodasse eu também me desatei a rir, gozamos tanto com o gajo.. que paneleirice era aquela? O João riu-se também da sua própria desgraça e foi para a casa de banho (sabe-se lá fazer o que, ele disse que tinha ido tomar banho). Após o almoço as visitas começaram as chegar. Primeiro entraram as amigas do Manel.. 3 mulheres LINDAS! Apresentou-nos, chamavam-se Rita, Marta e Elsa, surpreendentemente o João já conhecia a Marta e a Elsa o que os levou a um trocar cúmplices olhares entre eles.
Mais tarde chegaram as amigas do andar de baixo, a Joana, Raquel e a Patrícia.
LET THE PARTY BEGIN.

Começamos todos a beber e a dançar, entramos pela noite dentro sempre a bombar, entretanto já se começavam a denotar alguns pares, o Manel andava sempre com a Rita, o João que tinha começado mal o dia, andava rodeado pela Marta e pela Elsa, o Pedro já tinha desaparecido com a Joana, eu porem já cansado e sentado no sofá enquanto a Raquel e a Patrícia estavam no meio da sala a dançar enquanto o nosso DJ de serviço (o Rui bombava uns sonoros bacanos). Entretanto o Manel que já tinha começado a mamar na boca da Rita tinha ido para o quarto da mãe, a cumplicidade entre a Marta a Elsa e o João estava a aumentar a um ritmo alucinante, já trocavam caricias assim de surra como quem não quer a coisa… Mais umas bebidas e festinhas depois, levantaram-se e foram os três para o quarto do Manel, ouvia-se agora a cama do quarto da mãe do Manel a bater contra a parede a um ritmo alucinante que por muito alto que a musica estivesse, distinguia-se perfeitamente (a musica simplesmente abafava os gritos da Rita, que o Manel descreveu alegremente na viajem de regresso). Uns 20 minutos passaram-se desde que o João e as amigas abandoram a sala, agora só restava eu, o Rui, a Raquel e a Patrícia, a Ana perguntou-me se não havia nada para comer... eu respondi: “comer aonde?” naquela da esperança de afogar o ganso naquela noite... mas um balde de agua fria caiu sobre a minha cabeça quando ela respondeu…”a ti, em lado nenhum!” Eu fiquei com cara de parvo, mas ainda assim respondi num tom de voz irónico e inafectado; “Não não compramos comida.”, a Patrícia que tinha ouvido a conversa riu-se e respondeu.. não faz mal eu vou lá abaixo a casa buscar qualquer coisa para se comer, “vens comigo?”, perguntou. “Se tiveres pedalada para isso respondi”, na brincadeira e acompanhei-a. Saímos da sala, e percorremos o corredor em direcção á porta de saída, mas já no corredor ao passar pela porta do quarto do Manel, ouvia-se o João: “ahhhh simm... issso.. calma, não mordas... hummmm” (O que raio tão aquelas duas malucas a fazer ao João?).

Descemos as escadas intrigados com o grito do João e entramos em casa delas, estava escuro, e apenas uns raios de luz da lua que penetravam pela janela iluminavam o sofá que se encontrava no meio da sala, ela dirigiu-se à cozinha e abriu o frigorifico. Tirou um bolo me contou terem feito na noite anterior e regressou à sala. Não resisti e disse: “então e quando é que partimos esse bolo?” ela não respondeu, soltando um riso. Descalçou-se e estendeu-se ao longo do sofá espreguiçando-se enquanto proferia a seguinte frase: “Prova-me que me mereces…”. Eu sentei-me também no sofá no lado oposto, boquiaberto e surpreso com aquela resposta. Ela estendeu as pernas por cima de mim e atirou-me uma lata azul de creme nívea. Eu comecei a massajar-lhe os pés e as pernas.. devagar, carinhosamente e o melhor que sabia, infelizmente sou um parvinho por mini-saias e as minhas mãos foram subido lentamente pelas suas firmes pernas acima, e quando se encontravam nas coxas, quentes e mesmo à medida certa. De repente virou-se, ficando de frente para mim e agarrou-me pelos pulsos (fodasse era o segundo balde de agua fria que eu levava em menos de nada). Endireitou-se olhou-me nos meus olhos e lentamente aproximou os seus lábios dos meus e deu me um lento, longo, profundo, quente e molhado linguado. Excitado pelos seus lábios carnudos levantei-me e segui-a de novo até ao andar de cima… quando lá chegamos, colocamos o bolo em cima da mesa das bebidas que já só tinha garrafas vazias e sentamo-nos. Ela confessou-me que tínhamos acabado de interromper a Joana e o Pedro, que tinham estado atrás do sofá, nus, o tempo todo e ela só deu por isso quando os viu através do espelho da sala. Fartei-me de rir só a imaginar a cena. O Rui estava com uma mão num cd, a outra na mesa de mistura e a boca na Raquel, só estavam eles na sala e resolve-mos ir para a cozinha.

Ouvia-se agora o som Dark beat, a Patrícia sentou-me numa cadeira e sentou-se ao meu colo, abraçamo-nos num beijo intenso enquanto ela me seduzia colocando as mãos pelas minhas costas acima, comecei a ficar de pau feito, e ela deve ter-se apercebido com a saia que tinha vestida, sentia tudo o que se passasse perto da sua zona mais intima, e uma elevação como a minha, nota-se. Disse que não me mexesse, levantou-se discretamente e dirigiu-se ao frigorifico. Voltou a sentar-se em cima do meu bichinho ainda aprisionado dentro das minhas calças, e começou a lamber-me o pescoço. Estava tudo quente de mais… e ela parecia estar a ferver de loucura, mas aparentava uma calma que estava a dar comigo em doido. “Estás quentinho…” sussurrou-me ao ouvido, acenei com a cabeça enquanto deslizava a minha mão pelo seu lindo cabelo ondulado. Senti um forte arrepio geladissimo, subir-me pela espinha acima, soltei um gemido e contorci-me todo enquanto ela me fazia o gelo subir pelas costas acima, notei que ela estava a ter quase tanto prazer naquilo quanto eu e usei da minha língua para a lamber e estimular perto da orelha e no pescoço, os gemidos eram agora em ambos os sentidos… ela estava agora com um ar corado e desejoso de brincadeira.. desci com a língua até onde o decote dela me permitia e esperei que ela tivesse a iniciativa (mais barras não obrigado), pus as mãos na extremidade inferior das suas costas… e apertei-lhe as nádegas, passei-lhe a mão pelas suas partes intimas, e elas nunca mentem, estava bastante húmida, e resolvi tirar-lhe o gelo da mão e passar eu a acção. Coloquei-lhe o gelo no peito e deslizei-o pelo pescoço e de volta ao peito novamente, a este ponto ela já tinha um respirar pesadíssimo e sensual e olhou para mim com uma carinha malandra, riu-se e colocou as mãos por baixo da sua saia e tirou a cuequinha que se revelara de fio dental... oh meu deus… aquilo deixou-me louco, tentei levantar-me mas ela sentou-me, e disse-me que não me mexesse, acenei afirmativamente.

Tirou o soutien mas não o top, só que agora conseguia ver os seus mamilos e os muito bem delineados seios desta beldade. Aproximou-se de mim como se de uma dança se tratasse e com cada relance do seu pito que tinha mais erecto ficava, estava prestes a explodir, estava completamente louco e era isso mesmo que a Patrícia parecia querer. Tremia de excitação com o aproximar do seu corpo… foi para as minhas costas e disse-me que não olhasse, fiz-lhe a vontade e fechei os olhos. Ela despiu-me a t-shirt, e as calças, finalmente o meu mastro estava à solta, as mãos dela percorreram-me o corpo e a língua dela não parou de me subir pelas costas acima, pousou um pouco no meu pescoço, dirigindo-se de seguida aos meus lábios. A esta altura sussurrou-me “mereceste-me, sou tua se fores meu esta noite…” com isto lambeu os lábios e ajoelhou-se, disse-me para fechar os olhos e mergulhou em cima do meu mastro, estava-me a polir o mastro como nunca ninguém me tinha feito antes.

Subitamente a ouviu-se um grande estrondo de qualquer coisa a cair vindo da sala e a musica parou, a Patrícia parou de chupar o pau de chupa-chupa, e olhamos um para o outro, encolhemos os ombros e ela voltou a abocanha-lo, uns breves instantes mais tarde a musica volta a tocar. Nessa altura ela levanta-se e colocou os pés em cima das minhas pernas...podia agora observar a sua intimidade em todo o seu esplendor. Pus as mãos no cu dela e ela apoiou-se na banca da cozinha, passei-lhe calmamente as mãos plas pernas enquanto lhe dava beijos consecutivos ao mesmo tempo que me aproximava do seu ponto mais quente, deslizando pela sua perna fora. Passei a língua pela sua fenda como quem não queria a coisa uma ou duas vezes e de seguida beijei-lhe a buraca como se de uma boca se tratasse, ela contorcia-se e movimentava a cintura de modo a que eu a estimulasse como lhe dava mais prazer, passava agora com a língua á volta e por cima do clitóris fazendo com que ela libertasse longos gemidos, a zona estava cada vez mais humida e o meu pau cada vez mais teso. Ela não aguentou mais e desceu da cadeira sentando-se como se de uma cadeira se tratasse, em cima de mim. A minha cobra, apesar de zarolha tinha encontrado a toca molhada e aquecida, da Patrícia, e escorregou para dentro dela com um grito intenso solto por ela, podia agora massajar-lhe livremente o belo par de tetas que lhe ornamentava o peito enquanto ela se elevava e baixava num ritmo que não parava de aumentar. A sua respiração pesada e ofegante excitava-me cada vez mais, e com o ritmo que ela estava a impor o êxtase estava perto de se dar. Desci a minha mão direita para a estimular ainda mais. Os gritos dela ecoavam agora pela cozinha, e apenas se ouvia vinda da sala, a musica que evitava que se ouvisse o excitante grito que ela soltava a cada movimento descendente. À medida que ela acelerava o ritmo, o prazer multiplicava-se com os seus gritos e começava eu mesmo a gemer quando senti um aperto da sua toca no meu bicho, soltou um enorme gemido e o aumento de humidade que senti só podia significar que ela se estava a vir, nesse momento peguei nela e sentei-a na bancada da cozinha virada para mim, beijei-a e penetrei-a novamente, agora mandava eu, estava completamente a escaldar e só queria que aquele orgasmo lhe durasse até me vir também, nunca tinha fodido tão rápido, tão depressa estava com a cobra de fora como tocava com os tomates à porta, aquele ritmo frenético, só me permitia ouvir os gritos dela, e lutar para mante-lo, ela apertava-me com cada vez mais força e o orgasmo tornara-se inevitável, vim-me a todo o vapor. Estávamos ambos satisfeitos mas tínhamos mais para dar e continuamos noite dentro até o sono nos vencer e adormecermos nos braços um do outro, a ouvir agora a musica baixinha de Moby.

No dia seguinte acordei com ela a fazer-me caricias na cara, e depois deu-me um longo beijo de bons dias. Levantei-me e fui até a sala para ver se já estava mais pessoal acordado, mal entrei já estava lá o João e o Rui, o João tinha um sorriso de orelha a orelha, pois tinha feito um ménage com a Marta e a Elsa. Quanto ao Rui, o DJ, acabei por descobrir que o som tinha parado, porque ele estava a mandar uma foda em cima da mesa do som com a Raquel e tinham derrubado a mesa de mistura. Passados uns minutos juntam-se a nós o Pedro, que ainda estava todo transpirado, devia ter feito um all night long, e o Manel que se apresentava uns kilos mais magros.

Subitamente o meu telemóvel toca:
-“Tou?!”
-“Tou Miguel, é o Ricardo, é só para dizer que tiveste nega no ultimo exame que fizes e vais ter de o repetir.”
Oh fodasse, caiu-me tudo... o fim de semana até estava a correr bem, tinha agora de receber mais um balde de agua fria em menos de nada? Tinha de ir imediatamente para Lisboa. Novamente fora fudido... literalmente... hehehe, mas não tanto como a Patrícia.




Mais uma vez peço desculpa pela demora e aguardo os vossos comentarios. :D

Posto à vista de toda a gente às 16:38 P'lo MMFreestyle
Comments (3) << Comentar Sff!

1.13.2004
Passagem de A-nú


A pedido de varias familias, vou contar o que se passou nesta ultima passagem de ano. Não foi isso que pediram, mas se querem “cenas de sexo mais explicito” e “mais cenas de foda” penso ser a noite ideal para satisfazer os vossos pedidos. No entanto sublinho que muita gente minha conhecida diz, e eu confirmo, que há coisas melhores com que esgalhar o ganso.

Posto isto, pressionemos então na tecla de rebobinar do gravador analógico de eventos que tenho escondido algures nos confins do suporte de cornos a que alguns chamam cabeça. *barulho de k7 a rebobinar*.
As horas eram 21 passadas no dia 31 de dezembro, 3h faltavam até à meia-noite e consequente passagem de ano. E eu estava todo entretido a cortar as unhas dos pés depois de um longo banho de submersão em que li a ultima Maria que a minha mãe tinha trazido pá barraca. Não sabia muito bem para onde ir visto que todos os colegas e amigos tinham ido para fora de Lisboa. Alguns para fora do pais mesmo. ( Mas que piada é que a passagem de ano tem no afeganistão?).

Continuando, com tanta moleza me vesti, barbeei, penteei e perfumei que quando me despedi da famelga, já só tinha 2 hora para ir à procura de uma boa festa com boas gajas e sem apêndices. Dei à chave na ignição do meu carro, mas em vez de arrancar com a sua rapidez e suavidade habitual, engasgou-se todo e foi abaixo. Isto não me podia estar a acontecer, véspera de ano novo e o carro não me liga? Tentei novamente, sem sucesso. Empurrei o carro, engatei uma segunda e dei à ignição, alguns solavancos depois, o carro lá pegou. Mais aliviado e com esperança de que as coisas só pudessem melhorar, dirigi-me para a Praça do Comércio. Talvez fosse complicado de estacionar, mas ia haver festa da grossa e com o carro como estava caguei se mo rebocassem. Estacionei à lord, mesmo em cima do passeio no Cais Sodré, não era naquela noite que me iam rebocar aquela carroça. Peguei na minha garrafa de Artic vodka melão e fui a pé até ao Terreiro do Paço (sim, é o mesmo sitio).

Cheguei ao meu destino faltavam cerca de 1 hora para toda a gente começar aos pulos e aos beijinhos devido a entrada no novo ano e liguei o meu radar, olhei para a esquerda mas não acusou nada, na direita reparei num grupo que dançava muito alegre, quatro raparigas a dançar à volta dum gajo, como se de um deus grego se tratasse. O radar fartou-se de apitar, uma morena, com um bum bum brutal cujo cabelo dava pelo meio das costas, e a mais alta, com um cabelo castanho claro, longo e aos caracóis, que era mais avantajada de peito que a morena mas não tão abençoada de cú como a sua amiga, e as outras duas eram clones loiras, tinham um corpinho bastante formoso, muito fodível, mas não batiam as suas amigas em relação aos atributos que mencionei. O gajo, era bastante mais baixo que qualquer uma delas. O que me levou a supor que não seria concorrência à minha altura. (ok, ok, foi uma piada de baixo nivél… )

Aproximei-me do grupo, de modo a trocar uns olhares com a morena, ela sorria mas sempre que eu olhava para ela, ela desviava o olhar. Isso excitou-me, já tinha bebido mais de metade da garrafa e axo que isso ajudou-me a fazer o que fiz a seguir: “gostas de melão?” Perguntei como quem não quer a coisa. Surpreendida por me ver nas suas costas e pelo teor da pergunta, respondeu: “melão? Porquê?”. Revelei a minha garrafa de Artic vodka melão e disse: “prova…” a resposta deixou-me boquiaberto: “provo o que?” Ela tinha visto a porra da garrafa, estava mesmo frente à testa dela! Insisti: “prova-me…” (eu ia dizer: “…a porra da vodka melão que tens a frente dos cornos”…) mas os lábios dela não me deixaram acabar a frase, provou-me literalmente, se não tivesse bebido tanto vodka acho que dava para ela dizer o que tinha sido o meu jantar. Mas não é todos os dias que uma xuxa daquelas se entrega assim, dei graças por existir fim-de-ano e perguntei-lhe como se chamava. Àquela bunda fenomenal, os progenitores chamaram de Marina, “eu sou o Miguel, prazer…” (ainda n tinha bem noção o quanto) posto isto ela resolveu apresentar-me o resto do grupo que olhavam para nós com umas caras muito divertidas com o que se tinha acabado de passar. A gaja com o peito perfeito era a… hum… eu ia jurar que me lembrava… mas er… não me lembro, continuando, ela bebeu o resto da minha garrafa de penalty, e tivemos de ir comprar umas jolas.

Aproveitei já que estávamos longe do grupo e perguntei-lhe se não queria passar o ano de uma maneira única e irreverente. Ela não me respondeu, em vez disso, agarrou em mim e levou-me para debaixo das arcadas. Passamos mesmo ao lado do grupo dela e a gaja das mamocas trocou um sorriso comigo, não liguei e bebi o resto da cerveja que tinha na mão. Ela tinha comprado uma garrafa de champanhe e a meia noite estava perto, fomos para o sitio mais escuro que encontramos e enrolamo-nos que nem loucos aos beijos, deslizei as mãos pelas costas dela e fiz a viagem de regresso pelo interior do top dela ela estava quente e acelerou o ritmo com que a sua lingua viajava dentro da minha boca conforme eu lhe desapertei o soutien, o volume dos seus seios parecia ter aumentado, ela empurrava-me contra a parede com cada vez mais força, e a minha tesão foi então literalmente agarrada, desabotoou-me as calças e eu puxei-lhe o top para cima, enquanto ela respirava cada vez mais sensualmente eu lambia-lhe as tetas que já estavam a ganhar tesão enquanto ela me agarrava e mexia na piça como se de uma manete de mudanças se tratasse, mordisquei-lhe o mamilo, e ela soltou um gemido e abocanhou a minha glande, agarrei-me à parede enquanto ela me engolia o mastro, era uma sensação quente e molhada de por a cabeça a andar à volta, ela estava possessa e acelerou o ritmo com que o punha e tirava da garganta, não consegui evitar o orgasmo por mais que pensasse que estava a fornicar uma tarte de maça, e vim-me num jacto de milhões de pequenos seres vivos, com demasiado vigor, porque ela se ia engasgando, apesar disso lambeu-se e levantou-se de novo, assim que alcansei um dos butoes das calças dela apressei-me a tira-los, homem que é homem cospe as vezes k for preciso.

Desabotoados os botões e baixadas as calças deparei-me com uma cuequinha azul como manda a tradição, a cheirar a pito humedecido, puxei a peça de vestuario para fora do caminho e tive uma visão que não me vou esquecer tão depressa, a sua pintelheira estava aparadinha em forma de relâmpago, seria magica? Lambi os contornos do seu matagal e aproximei-me da sua vulva, estava molhada e sabia-me que nem um néctar dos deuses, com a minha língua percorri os 4 lábios da Marina que ainda não tinha lambido, ela gemia com cada vai e vem da minha língua pela sua zona mais intima, resolvi penetra-la com um dos meus dedos, a mão que ela me tinha posto na cabeça agarrava-me agora os cabelos e orientava a minha língua em redor da sua campainha que estava prestes a tocar, acelerei o ritmo e ela soltou um gemido acompanhado por um aumento de humidade naquela zona, tinha-se vindo, e puxou-me de repente para junto de si pelos cabelos, beijou-me, pus-lhe as mãos nas nalgas, eram perfeitas à falta de melhor adjectivo. Tinha de a comer, e tinha de ser ali. Ela parecia ter-me lido o pensamento, encostei-a à parede, e depois de umas vigorosas abocanhadelas, o meu pau tinha ganho de novo o estatuto de mastro, peguei-lhe pelas pernas e penetrei-a contra a parede com a sua teta esquerda na boca, puxou-me para si ainda com mais força, apesar de húmida, a gruta parecia pouco explorada, e apertadinha, ela gemia com cada investida minha e apoia-la contra a parede tendo nas mãos aquele firme cu, só me excitava ainda mais, ela apertava-me com os braços a volta do meu pescoço, a menos de 50 metros estavam centenas de pessoas e eu tinha o melhor lugar da festa, ela esticava a língua até as profundezas da minha boca como eu enfiava a verga nos confins do universo vaginal dela. Soltado mais um par de gemidos empurrou-me, soltei-a, encostou-se à parede de costas para mim, e podia agora observar todo o esplendor daquele perfeito rabo, ela tocou à campainha como que a perguntar do que é que eu estava a espera mas eu estava abismado pela visão da sua bunda a pedir que a esbofeteassem, mas recuperei os sentidos e com uma mão colocada no lado esquerdo daquele cu e a outra no seu seio direito, meti o mastro no convés, desta vez a entrada foi bastante menos contrariada, e a sensação de foder contra aquelas nádegas era indescritível, tão boa que estava prestes a vir-me, ela apercebeu-se, e agarrou-me a mão, eu acariciei-lhe ambos os seios e penetrei-a com ainda mais força. Ela já não conseguia deixar de gemer, tinha o pito a escaldar, e estava completamente molhada, pus-me a brincar com a campainha dela, ela reagiu bem e estava agora a gemer muito alto, a cada penetração. Estava a segundos de me vir quando ela começou a vir-se em pleno, nesse momento começamos a ouvir toda a gente gritar… Déz! Ela parecia agora completamente possessa, agarrando-me e puxando-me penetrando-a com cada vez mais força… Nove! Oito! Sete! Seis! Estava para me vir e ela tinha deixado de gemer, consegui sentir as contracções dela. Cinco! Soltei uma das mãos, e dei-lhe as ultimas palmada do ano 2003… Quatro! Agarrei-lhe a cintura e fiz a minha investida final Três! Não aguentava mais tempo sem me vir… Dois! Puxei-a para mim com toda a minha força e penetrei-a ao fundo… Um! Viemos em uníssono com a entrada do novo ano e o grito que ela soltou foi abafado pelo da multidão, ficamos imóveis por momentos.

Seguiu-se um longo e quente abraço, vestimo-nos de modo a podermos festejar na multidão o novo ano. Mas antes de abandonarmos o local a tal loira mamalhuda que não me lembra o nome, apareceu. Eu e a Marina já estávamos compostos mas ela parecia pelo seu olhar ter adivinhado o que se tinha acabado de passar, ela não disse nada, e mesmo connosco abraçados e encostados na parede, chegou-se perto e beijou a Marina na boca. Fiquei parvo, mas logo de seguida, beijou-me a mim também! Fiquei baralhado mas não abri a boca, limitei-me a sorrir, a Marina abrira a garrafa de champanhe e despejou metade dela para cima das mamas da sua amiga loira, tirando-lhe de imediato a camisa, ela ficou a mamar no champanhe, eu fiquei a mamar champanhe das tetas dela e a Marina preferiu mamar outra coisa, que não tem bolhinhas como o champanhe mas que também põe as mulheres malucas….

Dirigi-me ao carro... que com tanta pericia havia deixado estacionado em cima do passeio... quando lá cheguei, só vi mesmo o passeio. Mas os bofias nem no fim-de-ano festejam? Fodasse rebocaram-mo!! E assim fiquei pendurado, no cais sodré, fudido, mas não pla bófia.






Pessoal, sao voces que fazem este blog viver, por isso nao deixem de cá vir, registem-se pois desse modo sempre que sair uma faceta nova, sao notificados por email, façam os vossos comentarios.. sabe sempre bem ouvir os leitores.

Posto à vista de toda a gente às 02:12 P'lo MMFreestyle
Comments (1) << Comentar Sff!

1.10.2004
A aula de condução

Cá estou eu novamente para contar mais uma das minhas aventuras do dia a dia.. esta porém remonta ao passado de algum tempo.

Era uma bela e quente tarde do iniciante outono quando cheguei 10 minutos mais cedo á minha aula de condução, foi a coisa mais estupida (até ao momento) que me tinha acontecido naquele dia, pois desde quando a merda dos transportes publicos ao invés de se atrasar conseguesse adiantar?? É que sinceramente não lembra a ninguem... tinha eu de estar agora alí dez minutos de seca a pensar no absoluto infinito do nada, so porque o cabrão do motorista do autocarro tem a mania que é o Michael Schumacher da Carris.
Já pra não falar naquela curva que ele fez ali na retunda de Linda-a-Velha que me ia levando a embater com os cornos num dos varões pra nos segurarmos depois de ter mandado uma velhota contra o vidro! Aposto que o carro deste anormal é do “chuning” a dizer GTI com um autocolante que foi gamado no jumbo e que faz mais barulho do que aquilo que anda, devido não ao escape de Remus mas sim á panela de escape furada.

Eis se não quando para espanto meu aqueles 10 minutos de grande meditação (LOL) foram interrompidos quando o meu olhar poisou sobre uma morena linda que tinha acabado de sair de um carro, de olhos esverdeados, com todas as curvas no lugar, um belissimo par de melões, e com a cuequinha de fio dental que se conseguia perfeitamente distinguir através das suas justas calças. A minha reacção espontanea foi assubiar (como fazem os “machos latinos” ao avistarem uma gaja boa), ainda a ressacar do que acabara de ver e ainda que sem dar por isso a minha boca abriu-se e proferiu alto de mais as seguintes palavras: “és toda boa, comia-te toda.”

Ela olhou para mim, depois para uma pasta que ostentava nas mãos, e veio em minha direcção... so pensei para comigo: “tou fudido!”, começei de imediato a mentalizar-me para o bruto e enorme estalo que iria levar no meio do focinho. Ela olhava-me fixamente nos olhos, e quando chegou ao pé de mim, (para meu espanto) perguntou:
-“És aluno do Sr. Guilherme?”
- Sim – respondi eu.
- “Ele esta doente, e eu sou a sua substituta durante uma semana”.
Foi entao que me lamentei não ter mais aulas durante os proximos 10 dias... fodasse é preciso ter azar.. não explicam.. um gajo não sabe.. não é todos os dias que se é ensinado por uma beldade daquelas.
- “Vamos para o carro?”- continuou ela.
A minha mente preversa a 1000 por hora teve a breve hesitaçao de perguntar, “fazer o que? minha grandecissima maluka”, mas consegui-me controlar e respondi um simples “Sim”.

Mal entramos no carro ela apresentou-se (chamava-se Raquel), disse-me para ligar o carro, e para proseguir em direcçao a Algés, assim o fiz. Após meia hora a ouvi-la dar insctruções tipo colin mcrae (vira a esquera, depos direita, contorna a retunda... ) dei comigo absorvido complentamente no seus contornos peitorais... aqueles melões era tão grandes que parece que alguém tinha andado a soprar para lá de tal modo que aquela merda cresceu sem parar, senti uma grande vontade de mandar uma pequena mordidela no seu mamilo esquerdo para ver se aqueles balões arrebentavam, acordei para a realidade com o safanão de uma brusca travagem que ela tinha acabado de fazer pois ia atropelando uma pessoa que atravessava a passadeira, ela perguntou-me em que estava eu a pensar, deu-me um grande sermão ali mesmo enquanto os carros atrás não paravam de buzinar, mas eu não consegui afastar nem o meu olhar nem o meu pensamento daquelas montanhas..naquele momento o meu pensamento era qualquer coisa do genero: “minha doida.. comia-te toda.. dava-te uma à kanzana que essa montanhas saltavam dos eixo... se as montanhas não veem aqui ao maomé, deixa ao menos o maomé escalar esses evarestes gemeos e meu pau no meio deles de modo a ver como falavas espanhol...”

A aula era de 2 horas e começava a ficar com medo de embater contra alguma coisa por me perder no meio do pensamento, dei comigo no restelo junto a um jardim que lá há no meio das vivendas, com ela a dizer para eu fazer estacionamento em espinha.... (eu é que lhe saltava para espinha) após ter estacionado ela disse para eu meter o carro em posição de segurança e desligar o motor.

Voltou a tocar no assunto da passadeira, mas desta vez disse que eu não deveria ter ficado a olhar para os seus seios enquanto conduzia, eu fiquei como podem imaginar a olhar para ela com alta cara de parvo, ela proseguiu e disse que tinha ouvido quando eu disse: “és toda boa, comia-te toda.”, mas de seguida perguntou se eu era mesmo capaz de a comer toda... eu dissse...obviamente que sim... ela pediu para que eu saisse do carro, e eu pensei para comigo... oh fodasse já tou fudido esta Bitch vai-me deixar aqui plantado e vai dar á sola.

Ela saiu do carro, já com a noite caida, e encostou-me a uma arvore, sussurou-me ao ouvido: “aqui esta a tua oportunidade de me comeres toda”. Ená cum caralho.. foi musica para os meus ouvidos.. quase de pronto tava ali “acampado” num jardim junto a uma arvore. Ela abre-me a berguilha e começa a esgalhar o pessegueiro, enquanto me beijava freneticamente. Tirei o seu top ficando posteriormente a mirar os seus seios.. jasuuusss.. pareciam ainda maior .. como era possivel.. nessa altura desapertei-lhe as calças e enterrei-lhe os dedos naquela humida caverna escondida por debaixo da cuequinha de fio dental, mas aquilo não era uma caverna, mas sim uma torneira de liquidos vaginais. Após acariciar-lhe o clitoris por um bocado e ter enxarcado a mão toda, tive de a tirar pois ela juntamente com os gemidos tentava agora tirar-me a t-shirt, após ter conseguido dei comigo com as costas contra o tronco de um pinheiro, fodasse que bela ideia que a gaja tinha acabado de ter.. porra tinha de ser contra um pinheiro?? Aquela merda arranha pra caraças!! Contudo ela prosseguiu beijando-me desta feita o pescoço, depois o peito, depois os mamilos (vou fazer aqui uma pequena pausa, oh porra mas entao as gajas que se dizem tão entendidas no assunto não sabem que o mamilos dos homens não sao um ponto sexual? As meninas que leiam bem isto: NOS NÃO TEMOS PRAZER COM ESSA MERDA DE NOS CHUPAREM OS MAMILOS!!! Bom continuando), e descendo por ai a fora, ate abocanhar-me o mastro, foi com tanta sede ao “pote” que se ia engasgando...

Depois de algum tempo dela tirar uma imperial de joelhos eu puxeia para cima encosteia á arvore de costas para mim e baixei as calças, arrumei a cuequinha de fiu dental para o lado e...... ooohhhh meu deus.... “im in heaven...and my heart beats so… la ra la... ”, neste momento ela agarrada ao tronco da arvore fazendo com que o pinheiro se agitasse levemente deixando cair algumas folhas...enquanto martelava olhei bem para aquela peida, com a restea de luz que havia que provinha de um distante candeiro e não resisti ás tão famosas palmadinhas na peida...

Em seguida, após ela ter retirado as calças rebolamos no chão, onde mais uma vez quem se lixou fui eu... ora fodasse a merda do chão tava xeia daquela folhas/agulhas de pinheiro, mas o prazer que me dava quando saltava sobre o “zé” era mtooooo grande fazendo com que eu esquecesse que por momentos onde estava deitado.

Rebolamos por aquele chão, sim porque eu também queria que ela sentisse a dor das folhas misturanda com o prazer daquela maravilhosa foda, a certa altura já sentia o “careca” a fica inchado querendo cuspir uns milhares de espermatozoides fora, e eu a tentar me controlar de modo a ficar naquele já ritmado movimento durante mais tempo, contudo senti-me derrotado pelo cansaço e libertando um monumental AHHHHHHHHHHHHHH vim-me! Quando tirei o careca da gruta vi que o gajo tava mesmo prestes a arrebentar, pois o preservativo parecia um pacote de leite com tanto liquido que continha.

Voltamos a escola de condução, quando lá chegamos ela pediu-me a minha caderneta de instruendo, eu dei-lha , ela rabiscou meia duzia de coisas e foi-se embora sem mais uma palavra a acrescentar. Eu fui para a paragem do autocarro pedindo a Deus para que o motorista fosse novamente o Schumacher da Carris, pois queria rapidamente chegar á minha confortavel cama para descançar, mas o autocarro estava a cumprir o horario normal, ou seja atrasado..., começei a matutar em tudo o que acabara de acontecer, dei comigo a folhear a minha caderneta de instruento, parei na página de avaliações e começei a ler o que a Raquel tinha escrito. Dizia: “OBS: Este aluno precisa de mais aulas de condução para além das minimas estipuladas por lei, pois mostrara-se um péssimo condutor, não estando atento á estrada, tendo poucos reflexos e não dominando perfeitamente a tecnica de estacionamento.”
Pensei para comigo: “Porra já me fodeu!”. Logo de seguida libertei uma pequena gargalhada em voz alta e disse: - Literalmente!


Espero que tenham gostado desta pequena faceta que me aconteceu á algum tempo atrás, digasse de passagem que não tive de ter mais aulas para alem das 30 minimas pois o meu instruendo (o Sr. Guilherme) não viu necessidade, passei á primeira no exame. =D

Pff façam os vossos comentários e não deixem de continuar a visitar o Blog pois vai estar sempre a surgir novas facetas do meu dia a dia.. e prometo contar como reavi o meu casaco... um dia ...

Posto à vista de toda a gente às 01:32 P'lo MMFreestyle
Comments (4) << Comentar Sff!

1.8.2004
Ritual Tejo


Estava numa fila de transito enorme no caminho para a universidade, quando começa a chuviscar, aquela chuva molha parvos (tipo o leitor) dei comigo a pensar num motivo para não ir às aulas por cada pinga de chuva que me caia no vidro… (eu disse aulas? É só uma) Já para não falar na razão obvia, estar de chuva podem acrescentar-se as seguintes: Utilidade do dito acto implícito na deslocação ao estabelecimento de ensino.
O extremo grau de horror que me causa a cara da prof. sempre que sou forçado a olhar para ela.

O caricato habito de um dos meus colegas que passa a aula com a mão dentro das calças, suponho eu a coçar os tomates.
O desperdício de gasolina e o crime de emitir gases venenosos para a atmosfera.
Etc…Etc…Etc…

Portanto assim que pude tomei uma rua á direita e um anormal com os vidros todos embaciados quase não me via e ia-me dando uma pancada no carro, andei mais um par de quilómetros e virei à esquerda, estacionei uns metros mais a frente e saí do carro. Dei dois passos em frente e vi-me uns metros mais a frente (não confundir com vim-me) prestes a ser atingido por um enorme cagalhão mesmo no meio da testa. Desviei-me e dei por mim a fazer figuras de parvo para evitar que o meu reflexo na agua do rio Tejo não fosse atingido por um cagalhão flutuante.

Olhei em redor e deparei-me com um outro veiculo estacionado mesmo ao lado do meu, estava embaciado mas à distancia que me encontrava conseguia ver-se perfeitamente o seu interior.

Completamente alheias ao seu redor estava uma loira de costas para mim a usar da sua língua para lamber as tetas de uma outra rapariga, morena, que tinha um reluzente piercing no lábio da sua ofegante boca, deparado com esta situação tive uma erecção espontânea e bastante visível. Só tinha uma hipótese, corri para o carro o mais depressa que pude antes que alguém visse que tinha acampado ali. Para mal dos meus pecados a cena era perfeitamente visível do meu lugar e como um homem não é de ferro comecei logo a sonhar o que não faria numa cama com colchão de água e com aquelas duas malucas… A loira a polir-me o mastro com a língua enquanto a sua amiga morena me beijava como se a sua sobrevivência depende-se disso. Depressa descobriu que tinha outros lábios para eu beijar, uma troca de lábios que a loira decidiu adoptar também mas de repente fui cruelmente arrastado daquelas duas beldades de olhos azuis e aquele piercing maravilhoso de volta para a realidade com um estrondo que mais parecia um trovão, entretanto a chuva tornara-se torrencial e tinha uma rapariga esbelta e com um cabelo ondulado castanho a bater-me à janela, com um olhar desesperado e a ficar cada vez mais molhada. O primeiro pensamento que surgiu foi: -“Fodasse cum caralho! Que é que esta quer?!”

Baixei um pouco o vidro para a poder ouvir em condições, -“Se ficar aqui à chuva fico toda molhada, dá para me abrigar no teu carro?” – Disse ela. -“Entra…” – Respondi, pensando para comigo que ao entrar ela só podia ficar ainda mais molhada…
Ela entrou no carro e aí é que pensei duas vezes em consentir a entrada dela, fiquei com o assento do pendura todo encharcado… Após uma breve conversa de introdução… Olá como é que te chamas bláblá, obrigado por me poupares uma gripe blaá bláaa… Ofereci-lhe o meu casaco, visto que a sweat-shirt que ela vestia estava ensopada, ela agradeceu e substituiu assim a sua sweeat-shirt pelo meu casaco, deixando-o desabotoado. Notavam-se porém os contornos dos seus tesos mamilos através da fina t-shirt, (estes soutiens novos…) esta visão fez com que o meu morto de susto, pau ressuscitasse vigorosa e indiscretamente despertando também a atenção da minha companhia. Soltou um daqueles risos estúpidos e tão típicos das adolescentes quando ficam embaraçadas e fixou o olhar na tenda que eu tinha acabado de montar. Isto ajudou a que a minhas hormonas acelerassem bastante, o suficiente para eu ficar fora de mim e dizer algo como: “Estas a olhar para onde?” ela não disse nada mas continuou a olhar, não resisti e perguntei: “Queres ver mais de perto?” nesta altura pensei que tinha estragado tudo e ia levar uma valente bofetada nas fuças daquelas que fazem a pele da cara ir pa dentro e deixam as marcas dos dedos durante a hora seguinte. Mas ela acenou a cabeça, abriu-me a braguilha e abocanhou-mo todo.

Resolvemos saltar para o banco de trás e fui-lhe à canzana, ela pôs as mãos nos bancos da frente e balançava-se num movimento vai e vem como que de um salto de cú para a picha se trata-se, resolvi então dar-lhe umas palmadinhas com suavidade na peidinha, ela respondeu com gemidos ritmados ao comando da pancada da minha mão na sua bunda. Surpreendida com o meu acréscimo de ritmo deitou os bancos da frente para a frente para se agarrar ao tablier, enquanto procurava um local firme onde colocar as mãos, acabou dar uma despropositada buzinadela que mereceu uma palmadita mais violenta acompanhada de uma investida mais profunda que resultou num grito e em mais uma deslocação de mãos pelo tablier, desta vez ligando o rádio, “I see you baby… Shaking that ass…” que melodia eu fiz com a minha mão naquela bunda, mais cinco minutos de trungalhunguice e umas investidas mais violentas depois senti os meus espermatozoides descolar dos meus colhões passando pela uretra e dirigindo-se a alta velocidade plas suas entranhas a dentro. A chuva tinha parado, o carro estava embaciado e sem sequer trocarmos contactos ela abandonou o meu carro. Quando cheguei a casa dei com a camisola dela esquecida no meu banco de trás e só depois me lembrei que agora não tinha como a contactar e reaver o meu casaco que ela havia levado. (Não fora ela ficar-me com o casaco, o dia até me tinha corrido bem…a BITCH!!!

Posto à vista de toda a gente às 23:22 P'lo MMFreestyle
Make a comment << Comentar Sff!

Introdução

Começo neste primeio bitaite por dizer que neste blog vao ser tratados assuntos polémicos, tabús (ainda existem? Se nao existirem eu invento) e do dia a dia.... (sexo).

Aviso ja que é altamente desaconselhavel contar isto ás criançinhas como historias da carochinha pois a carochinha que eu conheço vive no casal ventoso e trabalha em monsanto, leva 50€ na moela, 40€ po bjum e 30€ pó bico. O joão ratão é chulo, fuma ganzas e homicida 300 mil espermatozóides por dia.

Portanto esta introdução vai ser a unica coisa séria e com o minimo de sentido que eu vou escrever nos proximos tempos.

Para finalizar antes de começar com as historias queria avisar que nao estao aconselhadas a ler este blog as seguintes pessoas:

  • Cardiacos
  • Pessoas mentalmente saudaveis
  • Pessoas que se excitam facilmente
  • Estudantes
  • Trabalhadores
  • Reformados
  • Pensionistas
  • Acamados
  • Militares
  • Artistas porno
  • Arrumadores de carros
  • Sem abrigo
  • Cibernautas

    Enfim... toda a humanidade

    LET THE PARTY BEGIN



  • Posto à vista de toda a gente às 21:20 P'lo MMFreestyle
    Comments (4) << Comentar Sff!